Direitos fundamentais das crianças e adolescentes

avanços e retrocessos desde o ECA

Autores

  • LUIZ ANTONIO DE SOUZA SARAIVA CENTRO UNIVERSITÁRIO FATECIE
  • LUIZ ANTONIO GOMES FONTINELES CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA(UNINTA)
  • WLÁDIA FERNANDES DA ROCHA SOLANO CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA(UNINTA)

DOI:

https://doi.org/10.33872/revcontrad.v7n1.e090

Palavras-chave:

infância, ECA, Law

Resumo

Desde a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em 1990, o Brasil avançou significativamente na garantia dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes. O ECA consolidou a visão de que essa parcela da população é sujeita de direitos e merece proteção integral. No entanto, apesar dos avanços legislativos e institucionais, persistem desafios que comprometem a efetivação desses direitos. Este trabalho tem como objetivo analisar os principais progressos e retrocessos ocorridos desde a criação do ECA, destacando a importância das políticas públicas, da atuação dos conselhos tutelares e da conscientização social para a promoção de uma infância digna e protegida. Este estudo é de caráter bibliográfico, qualitativo e descritivo, a análise tem como base o recorte temporal da data de sanção do (ECA) em 1990 até maio de 2025, contabilizando 35 anos. A pesquisa versa sobre a análise de legislações revogadas, legislações em vigência, documentos historiográficos, livros e artigos que discutam sobre o tema.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

LUIZ ANTONIO DE SOUZA SARAIVA, CENTRO UNIVERSITÁRIO FATECIE

Graduando em Direito pelo Centro Universitário INTA (UNINTA), Graduando em Ciências Econômicas pelo Centro Universitário FATECIE (UNIFATECIE), Presidente da Liga Acadêmica de Direito e Políticas Públicas (LADPP), Técnico em Administração pela EEEP Francisca Castro de Mesquita, Membro da Comissão Cientifica da Revista ANPPREV de Seguridade Social (RASS), Pesquisador Voluntário da linha de Pesquisa Trabalho e Políticas Públicas do Centro Universitário FATECIE (UNIFATECIE). Email:luisantoniosousa7564@gmail.com, lattes: http://lattes.cnpq.br/3521727336881637, ORCID: https://orcid.org/0009-0000-7163-923X

LUIZ ANTONIO GOMES FONTINELES, CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA(UNINTA)

Graduando em Direito pelo Centro Universitário INTA(UNINTA), Vice-Presidente da Liga Acadêmica de Direito e Políticas Públicas (LADPP), Membro da Diretoria de Esportes da Associação Atlética Acadêmica de Direito (UNINTA), Email: Luizzantonio211@gmail.com, lattes: http://lattes.cnpq.br/0091478975015145, ORCID: https://orcid.org/0009-0006-4602-1837

WLÁDIA FERNANDES DA ROCHA SOLANO , CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA(UNINTA)

Membra do Corpo docente do Centro Universitário INTA (UNINTA). Mestra em Administração pela Universidade de Caxias do Sul. Especialista em Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa e Literatura pela Faculdade Entre Rios do Piauí (FAERPI). Graduada em Letras-Português e Espanhol pela Universidade Federaldo Ceará (UFC). Mediadora e Conciliadora pelo Tribunal de Justiça do Ceará, atuante no Núcleo de Práticas jurídicas do Centro Universitário INTA(UNINTA) Email:wladia.solano@uninta.edu.br, lattes: http://lattes.cnpq.br/9569032624072096, ORCID: https://orcid.org/0000-0002-3875-5500

Referências

AZEVEDO, A. B. Dificuldades da operacionalização do ECA: as leis podem ser estigmatizadas? Educação: teoria e prática, Rio Claro, v.30, n.63, p.1-17, 2020. Acesso em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-81062020000100090&lng=es&nrm=iso . Acesso em: 19 mar. 2025.

AZEVEDO, M. M. de. O código Mello Mattos e seus reflexos na legislação posterior. s./d. Disponível em: https://www.tjrj.jus.br/documents/10136/30354/codigo_mello_mattos_seus_reflexos.pdf . Acesso em: 19 mar. 2025.

BRASIL. Lei nº 13.431, de 4 de abril de 2017. Estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência e altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente). Brasília, DF, 4 abr. 2017. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13431.htm. Acesso em: 19 mar. 2025.

BRASIL. Lei nº 13.257, de 8 de março de 2016. Dispõe sobre as políticas públicas para a primeira infância e altera as Leis nº 8.069, de 13 de julho de 1990, nº 11.770, de 9 de setembro de 2008, nº 12.662, de 5 de junho de 2012, e o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal). Brasília, DF, 9 mar. 2016. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13257.htm. Acesso em: 19 mar. 2025.

BRASIL. Lei nº 13.010, de 26 de junho de 2014. Altera dispositivos da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), para dispor sobre a educação parental. Brasília, DF, 26 jun. 2014. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13010.htm. Acesso em: 19 mar. 2025.

BRASIL. Lei nº 12.318, de 26 de agosto de 2010. Dispõe sobre a alienação parental e altera o artigo 236 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Brasília, DF, 26 ago. 2010. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12318.htm. Acesso em: 19 mar. 2025.

BRASIL. Lei n.º 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm. Acesso em: 19 mar. 2025.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 19 mar. 2025.

FREIRE, P. Educação como prática da LIBERDADE. Rio de Janeiro: PAZ E TERRA, 1967. Disponível em: http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/otp/livros/educacao_pratica_liberdade.pdf . Acesso em: 19 mar. 2025.

JÚNIOR, A. et al. Conselho Tutelar: do nascedouro à atualidade, como é o funcionamento dos conselhos tutelares e o que falta para a efetiva atuação desses conselhos. Faculdade da Cidade de Maceió, Maceió, [s. d.]. Disponível em: https://www.facima.edu.br/aluno/arquivos/artigo_conselho_tutelar.pdf. Acesso em: 19 mar. 2025.

JÚNIOR, E. G. “Movimento Higienista” na história da vida privada no Brasil: do homogêneo ao heterogêneo. ConScientiae Saúde, v. 1, p. 47-52, 2008. Disponível em: https://periodicos.uninove.br/saude/article/view/170. Acesso em: 19 mar. 2025.

MILANEZI, F. M. Direitos humanos das crianças e dos adolescentes e as políticas públicas no Brasil: de Fernando Henrique a Lula. Orientadora: Dra. M. Esther Martínez Quinteiro. 2015. Tese (Doutorado e Passado e Presente dos Direitos Humanos) – Universidade de Salamanca, Espanha, 2015. Disponível em: https://gredos.usal.es/bitstream/handle/10366/128228/DHMMC_MilaneziFM_Derechoshumanospol%c3%adticasp%c3%bablicasBrasil.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 19 mar. 2025.

OLIVIERA, F. A. de.; MEDEIROS, G. V. de.; ZENARDI, V. A. Estatuto da criança e do adolescente. Ensaios Pedagógicos, Sorocaba, v. 7, n. 2, p. 36-45, ago. 2023. Disponível em: https://www.ensaiospedagogicos.ufscar.br/index.php/ENP/article/view/309 . Acesso em: 19 mar. 2025.

SILVA, B. C. da.; DOMINGUES, W. F. Conselhos Tutelares: Esboço Histórico, características, atribuições e a necessidade de uma legislação municipal atualizada. Revista Linhas Jurídicas. Votuporanga, v. 6, n. 9, p. 125-141, dez. 2014. Disponível em: https://periodicos.unifev.edu.br/index.php/linhasjuridicas/article/view/138 . Acesso em: 19 mar. 2025.

Downloads

Publicado

2026-06-30