DESASTRE AMBIENTAL EM PETRÓPOLIS-RJ
UM ESTUDO DE CASO DO MORRO DA OFICINA
DOI:
https://doi.org/10.33872/revcalungaae.v1n1.e003Palavras-chave:
Habitação Social, Tragédia Ambiental, Desastres Ambientais, Segregação Socioespacial, Planejamento UrbanoResumo
Este trabalho se propõe, sob a ótica da sustentabilidade urbana, apresentar um estudo de caso a respeito do desastre ambiental ocorrido na região serrana do estado do Rio de Janeiro, mais especificamente na cidade de Petrópolis no fim da tarde do dia 15 de fevereiro de 2022. Segundo a defesa civil, foram registradas 234 mortes e três desaparecimentos de pessoas em mais de 170 pontos de deslizamentos no munícipio, sendo um dos mais críticos o Morro da Oficina. Segundo a prefeitura, nesse local houveram mais desabrigados em relação a outros pontos da cidade, totalizando aproximadamente 80 casas soterradas e 93 vítimas fatais. Diante de tal cenário, o trabalho aqui proposto busca entender as principais causas do desastre no Morro da Oficina por meio de uma análise econômica, ambiental e social seguindo o Triple Bottom Line, ou em português o “tripé da sustentabilidade”. Esse conceito consiste na união entre o crescimento econômico, proteção ao meio ambiente e igualdade social. Para tal análise foi utilizado uma metodologia exploratória descritiva, fundamentada em bibliografias, laudos técnicos e noticiários. Como resultado buscou-se diagnosticar os meios e as ações tomadas por parte do poder público para evitar futuras tragédias ambientais em regiões de risco em Petrópolis também utilizar essa metodologia como base para estudos mais aprofundados em outras regiões serranas do Brasil com perfis urbanos semelhantes