Políticas de educação especial no Brasil
uma análise à luz da Psicologia Histórico-Cultural
DOI:
https://doi.org/10.33872/revcontrad.v7n1.e088Resumo
Este artigo propõe uma análise crítica das políticas públicas de Educação Especial no Brasil à luz da Psicologia Histórico-Cultural (PHC), com foco na relação entre inclusão escolar e desenvolvimento humano. O estudo examina os principais marcos legais e institucionais que orientaram a trajetória da Educação Especial no país, desde suas origens assistencialistas até as atuais legislações e diretrizes. Com base nos pressupostos de Vygotsky, argumenta-se que o desenvolvimento humano se realiza por meio da mediação social e cultural, sendo imprescindível que o ambiente escolar promova condições objetivas para a aprendizagem significativa de todos os estudantes. A análise evidencia que, embora haja avanços legislativos e normativos, persistem desafios estruturais e conceituais que comprometem a efetividade da inclusão e que demandam enfrentamento coletivo e compromisso político contínuo. Conclui-se que é fundamental investir em pesquisas que contribuam para o aprimoramento de práticas escolares voltadas ao desenvolvimento humano e a ampliação da inclusão no contexto escolar.
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