A Inteligência Artificial e o Direito à privacidade:

A constitucionalidade do reconhecimento facial em espaços públicos

Autores

Palavras-chave:

Direitos Fundamentais, Proteção de Dados, Tecnologia.

Resumo

O presente estudo tem como objetivo analisar os impactos da tecnologia de reconhecimento facial sobre os direitos fundamentais, especialmente o direito à privacidade e à liberdade. O problema central consiste em compreender até que ponto é possível conciliar o uso dessa tecnologia com a proteção dos direitos individuais assegurados pela Constituição Federal de 1988. Parte-se da hipótese de que, embora o reconhecimento facial possa trazer avanços em segurança pública, seu uso indiscriminado pode violar direitos fundamentais e promover vigilância excessiva. O objetivo geral é investigar os limites legais e constitucionais do uso dessa tecnologia em espaços públicos. Como objetivos específicos, busca-se: a) conceituar a inteligência artificial e o reconhecimento facial; b) analisar seus benefícios e riscos; c) discutir o papel da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) na regulamentação dessa prática; d) refletir sobre os possíveis conflitos com os direitos fundamentais. O método de pesquisa utilizado foi o hipotético-dedutivo, mediante do emprego de técnica de pesquisa bibliográfica e documental. A LGPD surge como instrumento relevante na proteção dos dados pessoais no ambiente digital. O estudo pretende, assim, contribuir para uma reflexão crítica sobre o uso ético e jurídico da inteligência artificial em consonância com os direitos humanos. 

Biografia do Autor

Mylene Manfrinato dos Reis Amaro , Universidade Cesumar - Unicesumar

Doutora, Unicesumar. 

Orientadora, Unifatecie. 

Maringá – Paraná – Brasil 

http://lattes.cnpq.br/9823515361337604 

https://orcid.org/0000-0002-6953-732X 

mylenemanfrinato@gmail.com 

Guilherme Henrique Rodrigues Geronimo, Centro Universitário Fatecie - UniFatecie

Graduando, UniFatecie. 

Paranavaí – Paraná – Brasil 

https://orcid.org/0009-0000-5637-566X  

https://lattes.cnpq.br/8188885633395203  

guilhermeh2o58@gmail.com 

 

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Arquivos adicionais

Publicado

20-06-2025

Como Citar

AMARO , Mylene Manfrinato dos Reis; GERONIMO, Guilherme Henrique Rodrigues. A Inteligência Artificial e o Direito à privacidade:: A constitucionalidade do reconhecimento facial em espaços públicos. ANAIS DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIREITOS HUMANOS E NOVOS PARADIGMAS, Paranavaí, p. e110, 2025. Disponível em: https://revista.unifatecie.edu.br/index.php/congressodireito/article/view/685. Acesso em: 15 maio. 2026.

Edição

Seção

DIREITO CONSTITUCIONAL, SOCIEDADE E JUSTIÇA